sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Professor Feijó o inventor dos puffs de PET convocado para novas ações ambientais...


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Num encontro providencial em São João de Merití para falar sobre projetos de meio ambiente para a cidade com, Marcos Marcelo, Alan Feijó, Professor Josiel, e Professor Feijó, eu fiquei muito feliz em rever o nobre inventor do módulo básico para a produção de móveis, casas, barcos, muros e etc…feitos de garrafas PET, num módulo simples feito com uma garrafa tampada e outra aberta, ema acoplada na outra que está com tampa, assim, o ar preso se torna um aliado  suficiente para manter uma coluna super resistente hoje utilizado em várias construções e também na arquitetura em todo o mundo. O professor foi entrevistado e palestrou em todo o país e em várias partes do mundo, realizou diversas campanhas de educação ambiental, construiu muitos módulos de PET e foi o responsável pela multiplicação desta tecnologia que nos surpreende pela sua simplicidade e eficiência socioambiental.
Com este material descartado como lixo, que se decompõe em 500 anos diluindo-se em componentes tóxicos na terra, água e ar,  o mais conhecido como professor Feijó  inventou o puff, de garrafas PET entre outros móveis.  Professor Feijó, professor de Biologia, criou o que para  mim é, uma das maiores invenções do 3 setor, da nova era da sustentabilidade, e ao contar a sua história eu, não pude me conter em compartilhar com todos vocês.
O Nobre colega, mestre Feijó, numa época em que haviam mais de 6 bilhões de garrafas pets descartadas no meio ambiente, no rio Merití, e devido ao seu volume e visibilidade estava criando muitos problemas e então a diretora da escola o convidou para apresentar um trabalho que representasse a escola na I Feira para os estudantes o projeto” Todo mundo na Praça” na semana mundial do meio ambiente, promovido na época pela secretaria de educação SEMED.   Numa tentativa de construir uma estação meteorológica de PET, acabou percebendo que, ao armazenar uma garrafa dentro da outra, não conseguiu retirar as que já estavam acopladas e em seguida, percebeu que essa pequena coluna feita por uma garrafa dentro da outra também suportava peso, foi então que ele fez o primeiro puff de garrafa PET, mobilizou os alunos a coletar garrafas, encheu a praça de puffs e foi uma explosão de acontecimentos no local.  Segundo ele, só  se deu conta da grandiosidade de sua tecnologia quando, foi convidado a ser homenageado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a partir daí ele não parou mais de, multiplicar e aplicar a sua tecnologia que, com certeza ainda está para ser mais aplicada no uso comum em todos os setores de nossa sociedade de consumo.
Fico muito honrada em poder ser mais uma multiplicadora dos módulos, e também de sua metodologia.
Samantha Lêdo
Revista da Sustentabilidade
revistadasustentabilidade@gmail.com
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Professor Feijó retorna ao Galpão das Artes Urbanas

Eu trouxe apenas uma degustação da experiência desta visitação, você não pode deixar de conhecer o Galpão das Artes Urbanas, é uma oportunidade para o (professor, aluno, diretores de escolas, universidades) multiplicar essas ações e contribuir com a mesma.
Fomos muito bem recebidos por Ana Cristina Damasceno e sua equipe, que tem muito a contribuir em sua abordagem e apresentação do espaço Galpão das Artes Urbanas.  O galpão foi inaugurado no dia 1º de Julho de 2002, Localizado numa área restaurada embaixo do viaduto lagoa-Barra na Gávea, é um espaço destinado a promover a realização de exposições, palestras,  e oficinas de arte reciclável.3 atelies funcionam no locam cedendo o espaço para artistas criativos da cidade e adjacências num sistema rotativo. O espaço conta com os maiores artistas do Rio de Janeiro, com obras de arte e artesanatos maravilhosos,  de tão belo parece uma galeria de  arte reciclada.   Trata-se de um projeto da prefeitura da cidade do Rio de janeiro,  com trabalhos maravilhosos que conta com obras de Jaime Santos, Sergio Cesar, dona Conceição ente tantos outros que vieram e que virão..
Precisamos das instituições de ensino, completando o cenário com a educação formal, ligando os pontos da preservação ambiental sobre o ato da reciclagem, atendendo as novas diretrizes de educação ambiental que prevê a mesma com qualidade formal e não formal, o espaço precisa de voluntários e da participação da sociedade e da comunidade local, permitindo expandir para fora dos muros do galpão, criando efeitos positivos em nosso meio ambiente local. AGENDA 21  cadê?  Cadê os parceiros?  Cadê as Emprsas e instituições no entorno, estão patrocinando projetos aonde?
Os recursos do espaço cedidos ao  artista são: a oficina, um espaço para exposição a produção do convite e um buffet de inauguração, apenas.  Porém o artista precIsa de sustentabIlidade para desenvolver as atividades no local, como resolveremos esta equação, sabendo o que sabemos sobre o real valor do LIXO E QUE O MESMO PERTENCE AO CONSUMIDOR, NESTE CASO TODOS NÓS?
ATENÇÃO ESCOLAS!
Para as escolas as visitações deverão ser agendadas.
As empresas devem apoiar, e aproveitar a sua adequação de conformidade legal, com uma causa como esta que beneficia a todos, e atende várias demandas com pouco recurso.
Infelizmente a prefeitura não cede mais recursos para remunerar os artistas, porém, Sergio Cesar, o mestre do papelão e outros, quando passaram foram levados para fora do país.
Alfredo Borret captou recursos da COPAG, fábrica de baralhos de São Paulo, porém foi o único até o momento.  O projeto precisa de mais artesãos e promotores, desta forma poderão atender melhor á comunidade.  As empresas  sabem que precisam se adequar na conformidade legal e utiliza-se de outros benefícios do projeto, além de sua visibilidade positiva agregando esses conceitos á marca.
Eu particularmente acho que, todos os bairros devem ter uma Galeria de Arte e Galpão como este, mesmo que a iniciativa seja compartilhada, o que na verdade seria o ideal, é o que manda a política de responsabilidade e responsabilidade compartilhada.
 Precisamos multiplicar esta iniciativa na baixada fluminense, em todos os bairros do Rio de Janeiro.  Quantos galpões temos e quantos de fato, o Rio de Janeiro precisa? A sociedade carioca precisa entender o valor e a importância do feed back e desfrutar deste espaço e se beneficiar de todos os recursos oferecidos, pois não temos este privilégio em ugar nenhum.
Os moradores, comerciantes, empresários, devem participar, as escolas devem visitar o galpão, e a sociedade deve interagir com os projetos.
O galpão das Artes Urbanas fica em frente ao Planetário de Gávea e á PUC, na rua Padre Leonel Franca, S/N –  e desde já fica aqui um pedido para que espaços como esse sejam viabilizados em todo o estado do Rio de Janeiro e todas as outras cidades brasileiras  que s mesmos tenham recursos retirados do próprio LIXO, uma vez que, são embalagens pagas pelo consumidor e, as mesmas podem ser comercializadas para retornar ao mesmo, sendo assim,  já que ao reciclar a comlurb está ganhando duas vezes com o nosso LIXO.  Além do mais, o pagamento de pro labore aos artesãos é igualmente justo a razão da falta de sustentabilidade, como a terão, uma vez que, por se tratar de uma economia mista e prestadora de serviços não há possibilidade da criação de uma loja, não podem comercializar nada no local, inviabilizando a sustentabilidade do mesmo, fora o resto, eu tiro o chapéu para o projeto.
O Galpão das Artes Urbanas, precisa manter artistas no espaço para  a comunidade, o Artista Plástico Alfredo Borret, do projeto Eco Tampas, captou um apoio de uma empresa e eu vou falar sobre isso na próxima postagem, onde falarei exclusivamente do projeto dele para vocês, segue algumas fotos dele para degustarem a próxima edição!
Aproveitem!
Formigueiro(metais)

Grupo Professor Feijó de Educação Ambiental

Grupo de Educação Ambiental Professor Feijó: São João de Meriti - R.J



Professor Feijó, Samantha Lêdo, Rosaura Cleim, Marcos Marcelo, Carlos Magalhães se reúnem na escola Feijó em São João de Merití para discutir projetos locais e regionais. 

Professor Feijó, Professor de ciências da rede de ensino carioca, criador do módulo básico de PET e produziu os primeiros puffs e móveis de PET. Andou pelo país promovendo as diversas facetas do módulo de PET, utilizado até os dias de hoje em construções, na arte, na indústria, no mar, em toda a parte.

Samantha Lêdo: Educadora, Gestora, e Auditora Sócio Ambiental
Formou a cooperativa COOPAR com Jorge Neves na comunidade do Trevo das Missões/D.C/R.J; Projeto EU RECICLO, E VOCÊ com apoio da Coca-Cola. Desenvolve o projeto para comunidades locais, "projeto Comunidade Sustentável" criou e desenvolveu o NAVE: Núcleo Ambiental de Vivência Ecológica em Lumiar, entre outros...ex secretaria do CCSP de Rio das Ostras.

Rosaura Cleim: Gestora Ambiental, atuou em diversos projetos na secretaria de meio ambiente de São João de Merití, Projeto Eco barreiras, Monitoramento e levantamento na Baía de Guanabara, FEBRACOM, também atuou em parcerias com cooperativas e projetos de reciclagem na cidade do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense;

Marcos Marcelo: Bacharel em direito, articulador e relações públicas que uniu o grupo; 

Carlos Magalhães: Auditor de SMS, Consultor Marítimo, Mestre de Cabotagem, Voluntário  monitor ambiental do projeto Comunidade Sustentável do Grupo: 

Conselheiros
Allan Feijó
Professor Joziel

Professor Feijó reparece com novos projetos para a reciclagem e cria o Grupo de Educação Ambiental em São João de Meriti!



O  Professor Feijó retorna com diversos projetos e agora para São João de Merití também...
Feijó, mais popularmente conhecido na rede de ensino da cidade do R.J, ele surgiu  novamente num grande encontro promovido por Marcos Marcelo, que, ao citar Alan Feijó, filho do professor,  a gestora ambiental Samantha Lêdo, lembrou imediatamente da época e dos nomes, e fez  lembrar e informar a todos sobre,a importância da invenção do professor para o meio ambiente, principalmente naquela época.  Feijó fez um grande feito para a reciclagem dos PETs, utilizado hoje em toda a parte do mundo e para diversos fins a sua técnica.
Samantha Lêdo formou cooperativas na cidade e participou da elaboração de um projeto para o FNMA 04/2003 com a ONG Planeta Eco como executora e OSCIP  PRESERV como proponente, e no projeto se fôssemos contemplados, teríamos a espertise do professor prevista e foi assim que na época Samantha o conheceu.

  A partir deste momento após uma reunião e da ida ao Galpão das Artes Urbanas, a idéia de criar um grupo para a sustentabilidade local de São João de Merití, que vai de encontro com os objetivos de cada um nesta jornada em busca do conhecimento e promoção da sustentabilidade.

Após uma reunião em sua sede, Feijó retorna ao Galpão das Artes urbanas e várias idéias estão surgindo a partir dai, entre todos do grupo, e Feijó tem muitos projetos na área de educação ambiental assim como todos os componentes do grupo..

Feijó e Samantha Lêdo angariaram mais componentes para o grupo: Rosaura Cleim, gestora ambiental, Marco Marcelo(mobilizador)e Carlos Magalhães(secretário gera) e a cada reunião surgem novas metas, todas realizáveis de forma alternativa e sustentável para todos e principalmente para o município.

As reuniões semanais consistem no desenvolvimento de idéias, metas, e projetos de educação ambiental.

Por enquanto estamos publicando a ata apenas para os componentes internos do grupo, após planejamento das ações, pretendemos criar um grupo aberto para a integração das comunidades.
Qualquer parceria será bem vinda!
Esta primeira postagem abre este blog para esta pessoa especial e a próxima será uma entrevista com o professor, onde ele falará com todos sobre todas as suas idéias e contribuição socioambiental.

Saudações Ecológicas

Samantha Lêdo



Parceiros

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